#stateful_audio_converter
A melhor ferramenta para a tarefa em mãos é aquela que mais fácilmente a executa
Tutorial
Utilizar este programa é tão fácil que este tutorial foi criado na minha página de twitter em inglês (@frdafonseca) e é reproduzido em baixo, com alguma informação adicional. Espero que goste do mesmo e, se assim for, agradeço que faça retweets com a hashtag associada ao programa (#stateful_audio_converter), a qual corresponde ao seu nome!
#stateful_audio_converter : Chega aqui quando o programa inicia; aqui vê as configurações actuais. Se estas estiverem correctas, então clique começar para continuar; caso contrário, clique configurar ou um dos resumos para as poder mudar.
Passo de confirmações:
Tweet:
Chega aqui quando o programa inicia; aqui vê as configurações actuais. Se estas estiverem correctas, então clique começar para continuar; caso contrário, clique configurar ou um dos resumos para as poder mudar.
Informação adicional:
Nota que se você tiver pausado uma tarefa, então quando o programa for executado novamente ele não começará neste passo mas no correspondente à apresentacão dos resultados; em todos os outros casos, o programa começará aqui.

Ao fazer scroll da janela, você pode ver todas as configurações actuais, tornando-se fácil verificar se alguma delas precisa de ser modificada.

Se esse for o caso, então clique no botão configurar para começar a configurar desde o inicio ou clique o resumo de um dos passos da configuração de forma a ser directamente levado até ao mesmo e o poder configurar.

Neste passo também pode clicar no botão doar para doar algum dinheiro para mim. Se fizer isso, o programa irá pedir ao navegador da internet (definido por defeito) que abra a página do paypal aonde você pode ver o nome do alvo da doação (eu) e o montante a ser doado (que você selecionou no programa, antes de clicar no botão doar).

Quando estiver satisfeito com as configurações, então clique no botão começar para iniciar a tarefa (e ser levado para o passo de processamento).

Quando uma tarefa é iniciada, as configurações utilizadas para a mesma são guardadas, de forma a que na próxima vez que o programa for utilizado sejam as que aparecem como pré-configuradas.
Passo de confirmações:
Tweet:
Chega aqui quando o programa inicia; aqui vê as configurações actuais. Se estas estiverem correctas, então clique começar para continuar; caso contrário, clique configurar ou um dos resumos para as poder mudar.
Informação adicional:
Nota que se você tiver pausado uma tarefa, então quando o programa for executado novamente ele não começará neste passo mas no correspondente à apresentacão dos resultados; em todos os outros casos, o programa começará aqui.

Ao fazer scroll da janela, você pode ver todas as configurações actuais, tornando-se fácil verificar se alguma delas precisa de ser modificada.

Se esse for o caso, então clique no botão configurar para começar a configurar desde o inicio ou clique o resumo de um dos passos da configuração de forma a ser directamente levado até ao mesmo e o poder configurar.

Neste passo também pode clicar no botão doar para doar algum dinheiro para mim. Se fizer isso, o programa irá pedir ao navegador da internet (definido por defeito) que abra a página do paypal aonde você pode ver o nome do alvo da doação (eu) e o montante a ser doado (que você selecionou no programa, antes de clicar no botão doar).

Quando estiver satisfeito com as configurações, então clique no botão começar para iniciar a tarefa (e ser levado para o passo de processamento).

Quando uma tarefa é iniciada, as configurações utilizadas para a mesma são guardadas, de forma a que na próxima vez que o programa for utilizado sejam as que aparecem como pré-configuradas.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe os tipos de ficheiros (.mp3, .wav, or .wave) pelos quais o programa procura e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em seguinte (para continuar).
Passo de configurações 1:
Tweet:
Aqui, escolhe os tipos de ficheiros (.mp3, .wav, or .wave) pelos quais o programa procura e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Aqui, escolhe os tipos dos ficheiros pelos quais o programa procura.
Passo de configurações 1:
Tweet:
Aqui, escolhe os tipos de ficheiros (.mp3, .wav, or .wave) pelos quais o programa procura e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Aqui, escolhe os tipos dos ficheiros pelos quais o programa procura.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe a pasta inicial para a procura e se esta deve incluir o conteúdo das pastas que descendem da mesma e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 2:
Tweet:
Aqui, escolhe a pasta inicial para a procura e se esta deve incluir o conteúdo das pastas que descendem da mesma e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Aqui, pode escolher o tipo de pastas que quer utilizar: pastas por defeito ou pastas personalizadas.

Pastas por defeito são as que são automáticamente criadas pelo programa, de forma a facilitar a sua utilização; existe uma, denomeada source, aonde o programa procura pelos ficheiros fonte e uma, denomeada target, aonde o programa guarda os que são criados.

Pastas personalizadas são as que são mantidas pelo utilizador do programa; quando uma destas pastas não é encontrada, o programa muda automáticamente para a correspondente pasta por defeito.

Em adição, aqui, você também define se a busca é para ser ou não restringida ao conteúdo directamente encontrado dentro da pasta fonte.

Tenha em atenção que guiar o programa para procurar pelos ficheiros pretendidos quer dentro da pasta fonte quer dentro de qualquer uma das suas subpastas é prático, mas tem um custo associado: leva mais tempo para a busca chegar ao fim. Contudo, esta é a configuração que eu normalmente utilizo.
Passo de configurações 2:
Tweet:
Aqui, escolhe a pasta inicial para a procura e se esta deve incluir o conteúdo das pastas que descendem da mesma e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Aqui, pode escolher o tipo de pastas que quer utilizar: pastas por defeito ou pastas personalizadas.

Pastas por defeito são as que são automáticamente criadas pelo programa, de forma a facilitar a sua utilização; existe uma, denomeada source, aonde o programa procura pelos ficheiros fonte e uma, denomeada target, aonde o programa guarda os que são criados.

Pastas personalizadas são as que são mantidas pelo utilizador do programa; quando uma destas pastas não é encontrada, o programa muda automáticamente para a correspondente pasta por defeito.

Em adição, aqui, você também define se a busca é para ser ou não restringida ao conteúdo directamente encontrado dentro da pasta fonte.

Tenha em atenção que guiar o programa para procurar pelos ficheiros pretendidos quer dentro da pasta fonte quer dentro de qualquer uma das suas subpastas é prático, mas tem um custo associado: leva mais tempo para a busca chegar ao fim. Contudo, esta é a configuração que eu normalmente utilizo.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe se os ficheiros originais devem ser apagados no caso de serem correctamente utilizados pelo programa, e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 3:
Tweet:
Aqui, escolhe se os ficheiros originais devem ser apagados no caso de serem correctamente utilizados pelo programa, e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Quando eu criei esta opcão imaginei os seguintes dois casos: 1) os ficheiros fonte são importantes e vão voltar a ser utilizados mais tarde; e 2) os ficheiros fonte não são importantes e não vão voltar a ser utilizados mais tarde.

Tendo isto em conta, sempre que utilizo ficheiros importantes eu nego a permissão ao programa para os apagar e no caso contrário dou-lhe sempre permissão para o fazer.
Passo de configurações 3:
Tweet:
Aqui, escolhe se os ficheiros originais devem ser apagados no caso de serem correctamente utilizados pelo programa, e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Quando eu criei esta opcão imaginei os seguintes dois casos: 1) os ficheiros fonte são importantes e vão voltar a ser utilizados mais tarde; e 2) os ficheiros fonte não são importantes e não vão voltar a ser utilizados mais tarde.

Tendo isto em conta, sempre que utilizo ficheiros importantes eu nego a permissão ao programa para os apagar e no caso contrário dou-lhe sempre permissão para o fazer.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe o tipo de ficheiros (.mp3, .wav, ou .wave) a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 4:
Tweet:
Aqui, escolhe o tipo de ficheiros (.mp3, .wav, ou .wave) a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O programa suporta a criação de dois tipos de ficheiros de áudio, wave e mp3.

O processo no qual um ficheiro mp3 é criado (quer ele seja criado a partir de um ficheiro wave ou a partir de um ficheiro mp3) tem perdas de informação; o que significa que se dá uma perda de qualidade aquando da conversão, a qual não pode ser revertida.

O processo no qual os ficheiros wave são criados a partir de ficheiros mp3 é efectuado sem perdas de informação; o que significa que não se dá uma perda (nem um ganho) de qualidade aquando da conversão.

O que isto significa é que depois de converter o áudio correspondente a um determinado ficheiro para o formato mp3, não pode re-adquirir o áudio original a partir do resultado da conversão, visto a conversão ser só de um sentido, razão pela qual não pode ser revertida.

Assim sendo, e tendo em conta que os ficheiros wave ocupam muito mais espaço em disco que os ficheiros mp3, nunca deve converter ficheiros mp3 em ficheiros wave (não existe nem um ganho nem uma perda de qualidade no processo, mas existe uma perda de espaço em disco, visto os ficheiros wave serem muito maiores que os mp3), a não ser que o propósito da conversão seja ouvi-los numa qualquer configuração (como a correspondente a um leitor de cds antigo) em que não seja possivel utilizar ficheiros mp3.
Passo de configurações 4:
Tweet:
Aqui, escolhe o tipo de ficheiros (.mp3, .wav, ou .wave) a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O programa suporta a criação de dois tipos de ficheiros de áudio, wave e mp3.

O processo no qual um ficheiro mp3 é criado (quer ele seja criado a partir de um ficheiro wave ou a partir de um ficheiro mp3) tem perdas de informação; o que significa que se dá uma perda de qualidade aquando da conversão, a qual não pode ser revertida.

O processo no qual os ficheiros wave são criados a partir de ficheiros mp3 é efectuado sem perdas de informação; o que significa que não se dá uma perda (nem um ganho) de qualidade aquando da conversão.

O que isto significa é que depois de converter o áudio correspondente a um determinado ficheiro para o formato mp3, não pode re-adquirir o áudio original a partir do resultado da conversão, visto a conversão ser só de um sentido, razão pela qual não pode ser revertida.

Assim sendo, e tendo em conta que os ficheiros wave ocupam muito mais espaço em disco que os ficheiros mp3, nunca deve converter ficheiros mp3 em ficheiros wave (não existe nem um ganho nem uma perda de qualidade no processo, mas existe uma perda de espaço em disco, visto os ficheiros wave serem muito maiores que os mp3), a não ser que o propósito da conversão seja ouvi-los numa qualquer configuração (como a correspondente a um leitor de cds antigo) em que não seja possivel utilizar ficheiros mp3.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe a forma de nomear os ficheiros a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 5:
Tweet:
Aqui, escolhe a forma de nomear os ficheiros a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O propósito de ter vários algoritmos para decidir como é que se denomeiam os ficheiros que são criados é permitir ao utilizador escolher aquele que melhor se adequa às suas necessidades, quando se considera a forma como ele quer lidar com colisões de nomes, quer estas ocorram porque a pasta alvo não está vazia quando a tarefa começa ou porque a procura inclui as subpastas da pasta fonte, o caminho para os ficheiros encontrados na árvore de pastas da pasta fonte é para ser espalmado, e existem pelo menos dois ficheiros com o mesmo nome nesta árvore de pastas.

O programa, por agora, suporta denomear os ficheiros a criar das seguintes três formas: 1) o nome do ficheiro original é mantido; 2) o nome do ficheiro original é mantido, a não ser que uma colisão seja encontrada, caso em que um sufixo numérico é adicionado ao nome original; e 3) os ficheiros a criar são denomeados por utilização do indice a que corresponde a ordem pela qual são processados.

Se você escolher o algoritmo 1) acima, então pode encontrar colisões de nomes sempre que a pasta alvo não esteja vazia quando a tarefa é iniciada ou quando a árvore de pastas a processar contenha pelo menos dois ficheiros com o mesmo nome e o caminho para os mesmos seja para ser espalmado quando estes são guardados na pasta alvo; se escolher o algoritmo 3) acima, então só terá problemas com colisões de nomes se a pasta alvo não estiver vazia quando a tarefa é iniciada; e se escolher o algoritmo 2) acima, então ficará livre de problemas com colisões de nomes, pois este adapta o nome do ficheiro a criar até não encontrar uma colisão.

Desta forma, o algoritmo 2) referido acima é a escolha por defeito.
Passo de configurações 5:
Tweet:
Aqui, escolhe a forma de nomear os ficheiros a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O propósito de ter vários algoritmos para decidir como é que se denomeiam os ficheiros que são criados é permitir ao utilizador escolher aquele que melhor se adequa às suas necessidades, quando se considera a forma como ele quer lidar com colisões de nomes, quer estas ocorram porque a pasta alvo não está vazia quando a tarefa começa ou porque a procura inclui as subpastas da pasta fonte, o caminho para os ficheiros encontrados na árvore de pastas da pasta fonte é para ser espalmado, e existem pelo menos dois ficheiros com o mesmo nome nesta árvore de pastas.

O programa, por agora, suporta denomear os ficheiros a criar das seguintes três formas: 1) o nome do ficheiro original é mantido; 2) o nome do ficheiro original é mantido, a não ser que uma colisão seja encontrada, caso em que um sufixo numérico é adicionado ao nome original; e 3) os ficheiros a criar são denomeados por utilização do indice a que corresponde a ordem pela qual são processados.

Se você escolher o algoritmo 1) acima, então pode encontrar colisões de nomes sempre que a pasta alvo não esteja vazia quando a tarefa é iniciada ou quando a árvore de pastas a processar contenha pelo menos dois ficheiros com o mesmo nome e o caminho para os mesmos seja para ser espalmado quando estes são guardados na pasta alvo; se escolher o algoritmo 3) acima, então só terá problemas com colisões de nomes se a pasta alvo não estiver vazia quando a tarefa é iniciada; e se escolher o algoritmo 2) acima, então ficará livre de problemas com colisões de nomes, pois este adapta o nome do ficheiro a criar até não encontrar uma colisão.

Desta forma, o algoritmo 2) referido acima é a escolha por defeito.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe se o programa (caso seja necessário) está ou não autorizado a escrever por cima dos ficheiros com o mesmo nome que se encontrem na pasta alvo e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 6:
Tweet:
Aqui, escolhe se o programa (caso seja necessário) está ou não autorizado a escrever por cima dos ficheiros com o mesmo nome que se encontrem na pasta alvo e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
As configurações correspondentes a este passo estão associadas com as correspondentes à forma de denomear os ficheiros que são criados. Especificamente, a necessidade de escrever por cima de um ficheiro que esteja na pasta alvo aquando do inicio de uma tarefa só ocorre se o algoritmo escolhido para denomear os ficheiros a criar não adicionar um sufixo ao nome dos mesmos, no caso de uma colisão de nomes ocorrer.

Por outras palavras, um ficheiro só pode ser reescrito na pasta alvo no caso de o processo no qual o nome do ficheiro a criar é escolhido não se adaptar às circunstâncias.
Passo de configurações 6:
Tweet:
Aqui, escolhe se o programa (caso seja necessário) está ou não autorizado a escrever por cima dos ficheiros com o mesmo nome que se encontrem na pasta alvo e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
As configurações correspondentes a este passo estão associadas com as correspondentes à forma de denomear os ficheiros que são criados. Especificamente, a necessidade de escrever por cima de um ficheiro que esteja na pasta alvo aquando do inicio de uma tarefa só ocorre se o algoritmo escolhido para denomear os ficheiros a criar não adicionar um sufixo ao nome dos mesmos, no caso de uma colisão de nomes ocorrer.

Por outras palavras, um ficheiro só pode ser reescrito na pasta alvo no caso de o processo no qual o nome do ficheiro a criar é escolhido não se adaptar às circunstâncias.
#stateful_audio_converter : Aqui, decide se os ficheiros de áudio a criar vão incluir informação extra-áudio, no caso desta informação estar disponivel, e qual é o tamanho que esta deve apresentar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 7:
Tweet:
Aqui, decide se os ficheiros de áudio a criar vão incluir informação extra-áudio, no caso desta informação estar disponivel, e qual é o tamanho que esta deve apresentar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O programa permite-lhe escolher se quer ou não incluir informação extra-áudio (de agora em diante denominada por tags) nos ficheiros mp3 a criar.

Estas tags foram criadas com o objectivo de associar informacão não-áudio, tal como o nome do autor do áudio, o album do áudio, o género do áudio, etc, com os ficheiros mp3, o que é realmente util, mas tem um custo associado.

Tenha em atenção que, de momento, existem três tipos de tags em utilização (as quais eu alcunhei de pequenas, médias, e grandes), e elas foram definidas em periodos diferentes de tempo.

Por esta razão, nem todos os leitores de mp3 entendem todos os formatos de tags e os mais antigos podem mesmo não entender nenhum deles.

Assim sendo, se você tiver um leitor de mp3 antigo, poderá ter que testá-lo de forma a averiguar que tipos de tags é que ele entende, isto se ele entender algum deles.

Na minha opinião, as tags mais problemáticas são as grandes, pois elas (usualmente) aparecem no inicio dos ficheiros mp3 e, por esta razão, se elas forem encontradas por um leitor de mp3 que não as entenda, elas vão levar a que o mesmo considere os ficheiros mp3 aonde elas apareçam como estando corrompidos (estas tags, neste caso, aparecem antes da informacão relativa à configuração dos mp3 aparecer) e, como tal, o leitor de mp3 não tocará o áudio associado a estes ficheiros.

Os outros dois tipos de tags não são tão problemáticos, porque, como aparecem no fim dos ficheiros mp3, aparecem depois de toda (ou quase toda) a informacão associada ao áudio a tocar já ter sido adquirida e, por isso, existe uma boa chance que os leitores de mp3 que não as entendam não considerem estes ficheiros como estando corrompidos e apenas considerem a informação relativa a estas tags como sendo áudio, o qual, neste caso, representa ruido.

Tendo em conta o que foi referido acima e que as tags maiores ocupam qualquer coisa como 20x o que ocupam as outras tags, eu decidi não as implementar.

Desta forma, este programa, no que se refere às tags, apenas permite uma das seguintes 3 configurações: sem tags, com tags pequenas, ou com tags médias.
Passo de configurações 7:
Tweet:
Aqui, decide se os ficheiros de áudio a criar vão incluir informação extra-áudio, no caso desta informação estar disponivel, e qual é o tamanho que esta deve apresentar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
O programa permite-lhe escolher se quer ou não incluir informação extra-áudio (de agora em diante denominada por tags) nos ficheiros mp3 a criar.

Estas tags foram criadas com o objectivo de associar informacão não-áudio, tal como o nome do autor do áudio, o album do áudio, o género do áudio, etc, com os ficheiros mp3, o que é realmente util, mas tem um custo associado.

Tenha em atenção que, de momento, existem três tipos de tags em utilização (as quais eu alcunhei de pequenas, médias, e grandes), e elas foram definidas em periodos diferentes de tempo.

Por esta razão, nem todos os leitores de mp3 entendem todos os formatos de tags e os mais antigos podem mesmo não entender nenhum deles.

Assim sendo, se você tiver um leitor de mp3 antigo, poderá ter que testá-lo de forma a averiguar que tipos de tags é que ele entende, isto se ele entender algum deles.

Na minha opinião, as tags mais problemáticas são as grandes, pois elas (usualmente) aparecem no inicio dos ficheiros mp3 e, por esta razão, se elas forem encontradas por um leitor de mp3 que não as entenda, elas vão levar a que o mesmo considere os ficheiros mp3 aonde elas apareçam como estando corrompidos (estas tags, neste caso, aparecem antes da informacão relativa à configuração dos mp3 aparecer) e, como tal, o leitor de mp3 não tocará o áudio associado a estes ficheiros.

Os outros dois tipos de tags não são tão problemáticos, porque, como aparecem no fim dos ficheiros mp3, aparecem depois de toda (ou quase toda) a informacão associada ao áudio a tocar já ter sido adquirida e, por isso, existe uma boa chance que os leitores de mp3 que não as entendam não considerem estes ficheiros como estando corrompidos e apenas considerem a informação relativa a estas tags como sendo áudio, o qual, neste caso, representa ruido.

Tendo em conta o que foi referido acima e que as tags maiores ocupam qualquer coisa como 20x o que ocupam as outras tags, eu decidi não as implementar.

Desta forma, este programa, no que se refere às tags, apenas permite uma das seguintes 3 configurações: sem tags, com tags pequenas, ou com tags médias.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe o nível de qualidade a utilizar para a codificação dos ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 8:
Tweet:
Aqui, escolhe o nível de qualidade a utilizar para a codificação dos ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
A criação de ficheiros mp3 é um processo em que existe perda de informação, o que significa que nem toda a informação de áudio do ficheiro original aparece no ficheiro mp3 que resulta da conversão.

Tendo isto em conta, pode-se considerar o nivel de qualidade como indicativo da quantidade de informação que é perdida na codificação.

Especificamente, considere que quer a qualidade do áudio quer o tamanho do ficheiro correspondente aumentam com o aumento do nivel de qualidade escolhido neste passo.

Este programa define a qualidade por defeito (para ambientes em que não está em casa) igual a 6, sendo a qualidade por defeito para outros programas a com nivel 5.

Assim sendo, se esta configuração for mantida, então os ficheiros mp3 criados por este programa ficam quer com um pouco mais de qualidade quer com um pouco mais de tamanho que os criados por outros programas.

No caso de você ser um áudiofilo e, como tal, pretender codificar os ficheiros mp3 com a maior qualidade possivel, deve escolher o nivel máximo de qualidade (nivel 10).
Passo de configurações 8:
Tweet:
Aqui, escolhe o nível de qualidade a utilizar para a codificação dos ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
A criação de ficheiros mp3 é um processo em que existe perda de informação, o que significa que nem toda a informação de áudio do ficheiro original aparece no ficheiro mp3 que resulta da conversão.

Tendo isto em conta, pode-se considerar o nivel de qualidade como indicativo da quantidade de informação que é perdida na codificação.

Especificamente, considere que quer a qualidade do áudio quer o tamanho do ficheiro correspondente aumentam com o aumento do nivel de qualidade escolhido neste passo.

Este programa define a qualidade por defeito (para ambientes em que não está em casa) igual a 6, sendo a qualidade por defeito para outros programas a com nivel 5.

Assim sendo, se esta configuração for mantida, então os ficheiros mp3 criados por este programa ficam quer com um pouco mais de qualidade quer com um pouco mais de tamanho que os criados por outros programas.

No caso de você ser um áudiofilo e, como tal, pretender codificar os ficheiros mp3 com a maior qualidade possivel, deve escolher o nivel máximo de qualidade (nivel 10).
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe o tipo de codificação a utilizar para os ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 9:
Tweet:
Aqui, escolhe o tipo de codificação a utilizar para os ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The settings associated with this step are very technical, so you may wish to skip their explanation; just take into account that if you are using old hardware/software you may have to choose cbr (constant bit-rate) as the encoding to use. In all the other cases, you are advised to use vbr (variable bit-rate) encoding.

The program supports 3 ways of encoding a mp3 file (cbr, abr (average bit-rate), and vbr) and for each one of these ways supports several amounts for the expected number of bits per second that are generally taken by the encoding.

For this last number, bigger represents both better quality and a bigger file size; the typical bits' rate you will find on the web for on the go listenning ranges between 128kbits/s and 192kbits/s and for high-fidelity listenning is equal to 320kbits/s.

Thus, in my opinion, a (default) choice of 160kbits/s for on the go listenning is a good tradeof between quality and file size.

The other choice made at this configuration step, the type of encoding, is more difficult to explain and, as so, I will explain it by way of an easier to grasp example.

In a simple way, imagine you have to do an essay where you have to describe 100 photos and the description must be put in paper in a new notebook which has 100 pages, where you can write 1000 characters per page.

Moreover, assume that your teacher gives you the choice of doing the essay with one of the following 3 additional rules:

1) each photo must be described in exactly 1000 characters; or

2) you must use all the characters at your disposition to describe the 100 photos, taking into account that each photo must be described with a minimum of 500 characters and a maximum of 1500 characters; or

3) you must use all the characters at your disposition to describe the 100 photos, taking into account that there is neither a minimum nor a maximum number of characters to describe each photo.

The above 3 rules may be said to describe, respectively, cbr, abr, and vbr.

In this way, cbr encoding may be described as the easiest encoding process, as each part of the audio to encode (in this case, 100 parts) can be encoded per se, without taking the other parts into account. This, however, wastes a lot of space and originates a poorer quality, because some parts of the music may not have a thing to describe (silence, for instance) and other parts of the music may have several instruments and notes to describe and, nonetheless, they both use the same amount of information to be described.

By the same token, vbr encoding may be described as the most difficult encoding process, as each part of the audio to encode (in this case, 100 parts) depends on all the other parts, as the amount of info taken to describe one part cannot be taken by the other ones, forbidding the encoding of each part per se.

This, however, uses space in the best possible way, because the parts of the music that do not need much information to be described can give away the space they do not use and the ones that need more space (than the corresponding to the 1000 characters) to be described, because they have more information to be described, can accept the space given away by the other parts.

This way of encoding the info regarding the 100 parts of the audio increases the final quality of the audio but makes the process in which it is created much more difficult to undertake. Moreover, it also makes the process in which audio is prepared to be played more difficult to implement.

In order to understand why this is so, lets get back to the essay example and imagine that each one of its 100 parts has to be read aloud in just one breath: the parts of it that are small are easy to read but the parts of it that take some thousands of characters won't be.

By the same token, the hardware/software used to play music encoded by use of vbr encoding has to be prepared to play each part of the music no matter how much space it takes, which implies that it must allocate bigger buffers and use them (capacity to read the essay while sustaining the breath) to play the music to be played, without any hiccup.

Finally, abr encoding may be described as something in between cbr and vbr encoding, in terms of quality of the final audio, the space used by each one of its parts, the easiness of implementing the hardware/software that encodes the source audio, and the easiness of implementing the hardware/software that plays the final audio.

Taking into account what has been said above, one is lead to the conclusion that if the target hardware/software is capable of playing audio encoded with vbr, then that should be your choice, as it is the one that originates audio with the best quality.

At this point of the description, there are just three more notes to be pointed out:

1) vbr and abr encodings are not obliged to use all the space provided by the notebook to describe the audio, which, if the audio to be encoded is not complex, leads to shorter audio files than the ones created by cbr encoding (but this, in my opinion, is not important, compared with the quality associated with the different encodings);

2) in an ideal implementation, for both abr and vbr, all the parts of a music are taken into account when the encoding of the mp3 file is undertaken, but in reality, however, just some parts of the music are taken into account, being the latter parts' amount dependent on the size of the buffers used by the program that encodes the mp3 files; and

3) the value mentioned above, as the bit's rate, may be considered as corresponding to the number of characters that can be written on each page of the notebook, when considering the essay example.
Passo de configurações 9:
Tweet:
Aqui, escolhe o tipo de codificação a utilizar para os ficheiros mp3 a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The settings associated with this step are very technical, so you may wish to skip their explanation; just take into account that if you are using old hardware/software you may have to choose cbr (constant bit-rate) as the encoding to use. In all the other cases, you are advised to use vbr (variable bit-rate) encoding.

The program supports 3 ways of encoding a mp3 file (cbr, abr (average bit-rate), and vbr) and for each one of these ways supports several amounts for the expected number of bits per second that are generally taken by the encoding.

For this last number, bigger represents both better quality and a bigger file size; the typical bits' rate you will find on the web for on the go listenning ranges between 128kbits/s and 192kbits/s and for high-fidelity listenning is equal to 320kbits/s.

Thus, in my opinion, a (default) choice of 160kbits/s for on the go listenning is a good tradeof between quality and file size.

The other choice made at this configuration step, the type of encoding, is more difficult to explain and, as so, I will explain it by way of an easier to grasp example.

In a simple way, imagine you have to do an essay where you have to describe 100 photos and the description must be put in paper in a new notebook which has 100 pages, where you can write 1000 characters per page.

Moreover, assume that your teacher gives you the choice of doing the essay with one of the following 3 additional rules:

1) each photo must be described in exactly 1000 characters; or

2) you must use all the characters at your disposition to describe the 100 photos, taking into account that each photo must be described with a minimum of 500 characters and a maximum of 1500 characters; or

3) you must use all the characters at your disposition to describe the 100 photos, taking into account that there is neither a minimum nor a maximum number of characters to describe each photo.

The above 3 rules may be said to describe, respectively, cbr, abr, and vbr.

In this way, cbr encoding may be described as the easiest encoding process, as each part of the audio to encode (in this case, 100 parts) can be encoded per se, without taking the other parts into account. This, however, wastes a lot of space and originates a poorer quality, because some parts of the music may not have a thing to describe (silence, for instance) and other parts of the music may have several instruments and notes to describe and, nonetheless, they both use the same amount of information to be described.

By the same token, vbr encoding may be described as the most difficult encoding process, as each part of the audio to encode (in this case, 100 parts) depends on all the other parts, as the amount of info taken to describe one part cannot be taken by the other ones, forbidding the encoding of each part per se.

This, however, uses space in the best possible way, because the parts of the music that do not need much information to be described can give away the space they do not use and the ones that need more space (than the corresponding to the 1000 characters) to be described, because they have more information to be described, can accept the space given away by the other parts.

This way of encoding the info regarding the 100 parts of the audio increases the final quality of the audio but makes the process in which it is created much more difficult to undertake. Moreover, it also makes the process in which audio is prepared to be played more difficult to implement.

In order to understand why this is so, lets get back to the essay example and imagine that each one of its 100 parts has to be read aloud in just one breath: the parts of it that are small are easy to read but the parts of it that take some thousands of characters won't be.

By the same token, the hardware/software used to play music encoded by use of vbr encoding has to be prepared to play each part of the music no matter how much space it takes, which implies that it must allocate bigger buffers and use them (capacity to read the essay while sustaining the breath) to play the music to be played, without any hiccup.

Finally, abr encoding may be described as something in between cbr and vbr encoding, in terms of quality of the final audio, the space used by each one of its parts, the easiness of implementing the hardware/software that encodes the source audio, and the easiness of implementing the hardware/software that plays the final audio.

Taking into account what has been said above, one is lead to the conclusion that if the target hardware/software is capable of playing audio encoded with vbr, then that should be your choice, as it is the one that originates audio with the best quality.

At this point of the description, there are just three more notes to be pointed out:

1) vbr and abr encodings are not obliged to use all the space provided by the notebook to describe the audio, which, if the audio to be encoded is not complex, leads to shorter audio files than the ones created by cbr encoding (but this, in my opinion, is not important, compared with the quality associated with the different encodings);

2) in an ideal implementation, for both abr and vbr, all the parts of a music are taken into account when the encoding of the mp3 file is undertaken, but in reality, however, just some parts of the music are taken into account, being the latter parts' amount dependent on the size of the buffers used by the program that encodes the mp3 files; and

3) the value mentioned above, as the bit's rate, may be considered as corresponding to the number of characters that can be written on each page of the notebook, when considering the essay example.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe qual é a frequência de amostragem a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 10:
Tweet:
Aqui, escolhe qual é a frequência de amostragem a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
A frequência de amostragem represente a frequência a que cada amostra de áudio é apresentada aos altifalantes e, como tal, chega aos seus ouvidos e é processada pelo seu cérebro.

Devido a isto, quanto maior é esta frequência, mais suave e bem definida é a qualidade do som que é percebida por si.

Tendo em consideracão quer o que foi dito acima, quer que a frequência de amostragem mais utilizada (e mais compativel) é a que corresponde à que é utilizada pelos cds de música, esta frequência (44100Hz) é a recomendada.

Tenha em atencão que o tamanho do ficheiro de áudio criado (todas as outras configurações mantidas) é proprocional à frequência de amostragem escolhida: quanto maior é esta, maior é o tamanho do ficheiro de mp3 que resulta da codificação.
Passo de configurações 10:
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Aqui, escolhe qual é a frequência de amostragem a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
A frequência de amostragem represente a frequência a que cada amostra de áudio é apresentada aos altifalantes e, como tal, chega aos seus ouvidos e é processada pelo seu cérebro.

Devido a isto, quanto maior é esta frequência, mais suave e bem definida é a qualidade do som que é percebida por si.

Tendo em consideracão quer o que foi dito acima, quer que a frequência de amostragem mais utilizada (e mais compativel) é a que corresponde à que é utilizada pelos cds de música, esta frequência (44100Hz) é a recomendada.

Tenha em atencão que o tamanho do ficheiro de áudio criado (todas as outras configurações mantidas) é proprocional à frequência de amostragem escolhida: quanto maior é esta, maior é o tamanho do ficheiro de mp3 que resulta da codificação.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe qual é o número de canais a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 11:
Tweet:
Aqui, escolhe qual é o número de canais a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The program allows you to select the number of channels of audio to include in the files to be created; this number of channels can be either one (mono) or two (stereo).

The number of channels of the (original) source audio is directly related with the number of microphones used to capture sound at the time it is acquired. By the contrary, the number of channels on 'end-user' audio-files has more to do with the number of speakers that are used to play it.

Here, we are only taking into account the cases in which either 1 or 2 microphones are used to capture audio and the cases in which either 1 or 2 speakers are used to play it.

Thus, here, we take into account the following four cases:

1) the source audio has been acquired with just one microphone (mono) and the end-user audio file has been created to be played on just one speaker (mono);

2) the source audio has been acquired with just one microphone (mono) and the end-user audio file has been created to be played on two speakers (stereo);

3) the source audio has been acquired with two microphones (stereo) and the end-user audio file has been created to be played on one speaker (mono); and

4) the source audio has been acquired with two microphones (stereo) and the end-user audio file has been created to be played on two speakers (stereo).

For high-fidelity and no-tight space constraints, there is no doubt that the best choice is the one associated with the case 4) described above. Indeed, this is the setting used for music cds.

For low-fidelity and tight space constraints, there is no doubt that the best choice is the one associated with the case 1) described above. Indeed, this is the setting used by both old tech landline telephones and old audio books.

The other two cases, cases 2) and 3), however, are not so simple to grasp and their use depends on the capabilities of the hardware that will be used to play the audio.

The goal of case 2) above is leading stereo hardware to use both the speakers to play the audio, when the latter has just one channel (mono) associated with it.

In order to accomplish this, the audio-data corresponding to the original mono source is added twice to the created audio file (once for the left and once for the right channels), in order to simulate the acquisition of sound by two source microphones.

Doing this, however, is just a hack to enable the two speakers on stereo hardware to work; it does not enhance in any way the quality of the played audio, but it almost doubles the created file size.

Thus, to avoid wasting space, as there is not a gain in quality associated with the process, it is usual for stereo audio players created (perhaps) in the last two decades to automatically use the two speakers, with the same audio data, when they are asked to play an audio file with just one channel (mono) associated with it.

In such a case, in my opinion, it is better to maintain the audio file with just one channel, because the hardware will do the right thing and you will listen to the audio on both the speakers, without wasting disk space by (almost) doubling the file size.

The goal of case 3) above is leading mono hardware to play audio that originally had two channels (stereo) associated with it.

In order to accomplish this, the audio-data corresponding to the left and the right channels of the original stereo source is mixed and the result is added to the created audio file, in order to simulate the acquisition of sound by one source microphone.

If you are not an audiophile, you are going to play your music on hardware that plays sound in both the speakers when it is given a mono file to play, and you are going to play it on a constrained disk-space environment (on the go listenning), then you can convert stereo files to mono ones as a hack to underspend disk space, as this will almost halve the original file size.

Indeed, if you are like me, you will not notice any difference when listenning (in a blind test) to either the original stereo file or the result of converting it to mono, when these files are played on the latter type of hardware.

In conclusion, if you listen to music in different environments, you may wish to maintain two sets of files: the first one to be played in an environment where you want to listen to high-fidelity audio and you are not constrained by storage space (for instance, in your living-room) and the second one where you are not so worried with the high quality of audio but more with the constrained amount of storage-space you have available (for instance, when using an old car mp3 player that still uses cds as a medium or when doing jogging with and old mp3 player).

In this way, for your living room environment, you may wish to maintain a set of stereo mp3 (or wave) files and, for your jogging one you may be willing to maintain a set of mono mp3 files.
Passo de configurações 11:
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Aqui, escolhe qual é o número de canais a utilizar para os ficheiros de áudio a criar e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The program allows you to select the number of channels of audio to include in the files to be created; this number of channels can be either one (mono) or two (stereo).

The number of channels of the (original) source audio is directly related with the number of microphones used to capture sound at the time it is acquired. By the contrary, the number of channels on 'end-user' audio-files has more to do with the number of speakers that are used to play it.

Here, we are only taking into account the cases in which either 1 or 2 microphones are used to capture audio and the cases in which either 1 or 2 speakers are used to play it.

Thus, here, we take into account the following four cases:

1) the source audio has been acquired with just one microphone (mono) and the end-user audio file has been created to be played on just one speaker (mono);

2) the source audio has been acquired with just one microphone (mono) and the end-user audio file has been created to be played on two speakers (stereo);

3) the source audio has been acquired with two microphones (stereo) and the end-user audio file has been created to be played on one speaker (mono); and

4) the source audio has been acquired with two microphones (stereo) and the end-user audio file has been created to be played on two speakers (stereo).

For high-fidelity and no-tight space constraints, there is no doubt that the best choice is the one associated with the case 4) described above. Indeed, this is the setting used for music cds.

For low-fidelity and tight space constraints, there is no doubt that the best choice is the one associated with the case 1) described above. Indeed, this is the setting used by both old tech landline telephones and old audio books.

The other two cases, cases 2) and 3), however, are not so simple to grasp and their use depends on the capabilities of the hardware that will be used to play the audio.

The goal of case 2) above is leading stereo hardware to use both the speakers to play the audio, when the latter has just one channel (mono) associated with it.

In order to accomplish this, the audio-data corresponding to the original mono source is added twice to the created audio file (once for the left and once for the right channels), in order to simulate the acquisition of sound by two source microphones.

Doing this, however, is just a hack to enable the two speakers on stereo hardware to work; it does not enhance in any way the quality of the played audio, but it almost doubles the created file size.

Thus, to avoid wasting space, as there is not a gain in quality associated with the process, it is usual for stereo audio players created (perhaps) in the last two decades to automatically use the two speakers, with the same audio data, when they are asked to play an audio file with just one channel (mono) associated with it.

In such a case, in my opinion, it is better to maintain the audio file with just one channel, because the hardware will do the right thing and you will listen to the audio on both the speakers, without wasting disk space by (almost) doubling the file size.

The goal of case 3) above is leading mono hardware to play audio that originally had two channels (stereo) associated with it.

In order to accomplish this, the audio-data corresponding to the left and the right channels of the original stereo source is mixed and the result is added to the created audio file, in order to simulate the acquisition of sound by one source microphone.

If you are not an audiophile, you are going to play your music on hardware that plays sound in both the speakers when it is given a mono file to play, and you are going to play it on a constrained disk-space environment (on the go listenning), then you can convert stereo files to mono ones as a hack to underspend disk space, as this will almost halve the original file size.

Indeed, if you are like me, you will not notice any difference when listenning (in a blind test) to either the original stereo file or the result of converting it to mono, when these files are played on the latter type of hardware.

In conclusion, if you listen to music in different environments, you may wish to maintain two sets of files: the first one to be played in an environment where you want to listen to high-fidelity audio and you are not constrained by storage space (for instance, in your living-room) and the second one where you are not so worried with the high quality of audio but more with the constrained amount of storage-space you have available (for instance, when using an old car mp3 player that still uses cds as a medium or when doing jogging with and old mp3 player).

In this way, for your living room environment, you may wish to maintain a set of stereo mp3 (or wave) files and, for your jogging one you may be willing to maintain a set of mono mp3 files.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe se os ficheiros de áudio devem ter o seu volume normalizado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 12:
Tweet:
Aqui, escolhe se os ficheiros de áudio devem ter o seu volume normalizado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The program allows you to select whether or not the source audio is to be (peak) normalized; this is the configuration that is dearest to me.

By guiding the program to (peak) normalize audio (mp3 or wave) files, you are asking it to convert the audio in such a way that all the converted audio files will share the same maximum volume, so that you do not notice highs and lows when your audio player changes audio tracks.
Passo de configurações 12:
Tweet:
Aqui, escolhe se os ficheiros de áudio devem ter o seu volume normalizado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
The program allows you to select whether or not the source audio is to be (peak) normalized; this is the configuration that is dearest to me.

By guiding the program to (peak) normalize audio (mp3 or wave) files, you are asking it to convert the audio in such a way that all the converted audio files will share the same maximum volume, so that you do not notice highs and lows when your audio player changes audio tracks.
#stateful_audio_converter : Aqui, escolhe a pasta alvo e, no caso da procura incluir as pastas que descendem da pasta fonte, se o caminho para os ficheiros contidos nestas últimas é para ser espalmado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 13:
Tweet:
Aqui, escolhe a pasta alvo e, no caso da procura incluir as pastas que descendem da pasta fonte, se o caminho para os ficheiros contidos nestas últimas é para ser espalmado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Neste passo deve ter em conta as seguintes duas informações: 1) apenas pode mudar a pasta alvo se, no passo 2, não tiver definido que as pastas a utilizar são as criadas por defeito pelo programa; e 2) a necessidade de espalmar o caminho dos ficheiros a guardar na pasta alvo só ocorre no caso de ter definido que os ficheiros a procurar podem sê-lo quer na pasta fonte quer numa das suas subpastas (caso contrário, a pasta de árvores aonde procurar já se encontra espalmada, visto ter apenas um nivel, o correspondente à pasta fonte).
Passo de configurações 13:
Tweet:
Aqui, escolhe a pasta alvo e, no caso da procura incluir as pastas que descendem da pasta fonte, se o caminho para os ficheiros contidos nestas últimas é para ser espalmado e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Neste passo deve ter em conta as seguintes duas informações: 1) apenas pode mudar a pasta alvo se, no passo 2, não tiver definido que as pastas a utilizar são as criadas por defeito pelo programa; e 2) a necessidade de espalmar o caminho dos ficheiros a guardar na pasta alvo só ocorre no caso de ter definido que os ficheiros a procurar podem sê-lo quer na pasta fonte quer numa das suas subpastas (caso contrário, a pasta de árvores aonde procurar já se encontra espalmada, visto ter apenas um nivel, o correspondente à pasta fonte).
#stateful_audio_converter : Aqui, é-lhe pedido que aceite que o autor deste programa nunca pode ser responsabilizado por algo de errado que ocorra aquando da utilização do programa e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Passo de configurações 14:
Tweet:
Aqui, é-lhe pedido que aceite que o autor deste programa nunca pode ser responsabilizado por algo de errado que ocorra aquando da utilização do programa e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Tenha em atenção que este programa se encontra em desenvolvimento contínuo e, por isso, apesar dos melhores esforços do seu autor, este tém, de certeza, bugs que ainda não foram encontrados, tal como qualquer outro programa que seja complexo.

Assim sendo, para que você o possa utilizar, tem que aceitar este risco.
Passo de configurações 14:
Tweet:
Aqui, é-lhe pedido que aceite que o autor deste programa nunca pode ser responsabilizado por algo de errado que ocorra aquando da utilização do programa e, então, clica ou em feito (para acabar de configurar) ou em anterior/seguinte (para continuar).
Informação adicional:
Tenha em atenção que este programa se encontra em desenvolvimento contínuo e, por isso, apesar dos melhores esforços do seu autor, este tém, de certeza, bugs que ainda não foram encontrados, tal como qualquer outro programa que seja complexo.

Assim sendo, para que você o possa utilizar, tem que aceitar este risco.
#stateful_audio_converter : Aqui, a não ser que queira desperdiçar o investimento de (provávelmente menos de) 60 segundos que efectuou ao configurar o programa, então não há nada a fazer. Caso contrário, clique pausar ou parar. Pode sempre doar...
Passo de processamento:
Tweet:
Aqui, a não ser que queira desperdiçar o investimento de (provávelmente menos de) 60 segundos que efectuou ao configurar o programa, então não há nada a fazer. Caso contrário, clique pausar ou parar. Pode sempre doar...
Informação adicional:
Tenha em atenção que, quando o processamento é iniciado, durante os primeiros momentos, é possivel que nada apareca na grelha de informações, mesmo que as configurações estejam corretas e haja ficheiros a serem encontrados no caminho dado. Se isto ocorrer, provávelmente, deve-se a que o caminho dado possui uma imensidão de ficheiros associados com ele, os quais o programa está a tentar distrinçar, de forma a encontrar apenas o que interessa.

Contudo, para ter a certeza que este é o caso, passe o cursor do rato por cima da grelha de informações e, se ai vir um cursor a indicar que o processamento está a ser executado, então tenha um pouco de paciência com o programa, pois ele está a trabalhar no duro, a tentar fazer o que você lhe pediu. Se não vir o cursor atrás indicado por cima da grelha de informações, então, provávelmente, as configurações estão erradas e o programa não encontrou nenhum ficheiro de acordo com os seus requerimentos.

Se o trabalho estiver a decorrer de acordo com os seus requerimentos, então, neste passo, você pode ir vendo os resultados do trabalho em execução, ao dar uma olhadela à informação disponibilizada pela grelha de informações.

Aí existe, pelo menos, uma informação interessante, na coluna de estado:

1) o sinal de cor azul significa que o ficheiro que lhe corresponde ainda não foi processado;

2) o sinal de cor cinzenta (apenas aparece se estiver a continuar uma tarefa que foi pausada numa execução anterior do programa) significa que o ficheiro que lhe corresponde já foi processado, mas num ponto de tempo anterior ao correspondente à corrente execução do programa;

3) o circulo com a cor verde significa que o ficheiro associado com o mesmo foi processado com sucesso;

4) o ponto com a cor verde significa que o ficheiro associado com o mesmo foi avaliado com sucesso, mas não foi encontrada uma necessidade de o continuar a processar; e

5) o sinal de cor vermelha significa que ocorreu um erro aquando do processamento do ficheiro a que este corresponde.
Passo de processamento:
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Aqui, a não ser que queira desperdiçar o investimento de (provávelmente menos de) 60 segundos que efectuou ao configurar o programa, então não há nada a fazer. Caso contrário, clique pausar ou parar. Pode sempre doar...
Informação adicional:
Tenha em atenção que, quando o processamento é iniciado, durante os primeiros momentos, é possivel que nada apareca na grelha de informações, mesmo que as configurações estejam corretas e haja ficheiros a serem encontrados no caminho dado. Se isto ocorrer, provávelmente, deve-se a que o caminho dado possui uma imensidão de ficheiros associados com ele, os quais o programa está a tentar distrinçar, de forma a encontrar apenas o que interessa.

Contudo, para ter a certeza que este é o caso, passe o cursor do rato por cima da grelha de informações e, se ai vir um cursor a indicar que o processamento está a ser executado, então tenha um pouco de paciência com o programa, pois ele está a trabalhar no duro, a tentar fazer o que você lhe pediu. Se não vir o cursor atrás indicado por cima da grelha de informações, então, provávelmente, as configurações estão erradas e o programa não encontrou nenhum ficheiro de acordo com os seus requerimentos.

Se o trabalho estiver a decorrer de acordo com os seus requerimentos, então, neste passo, você pode ir vendo os resultados do trabalho em execução, ao dar uma olhadela à informação disponibilizada pela grelha de informações.

Aí existe, pelo menos, uma informação interessante, na coluna de estado:

1) o sinal de cor azul significa que o ficheiro que lhe corresponde ainda não foi processado;

2) o sinal de cor cinzenta (apenas aparece se estiver a continuar uma tarefa que foi pausada numa execução anterior do programa) significa que o ficheiro que lhe corresponde já foi processado, mas num ponto de tempo anterior ao correspondente à corrente execução do programa;

3) o circulo com a cor verde significa que o ficheiro associado com o mesmo foi processado com sucesso;

4) o ponto com a cor verde significa que o ficheiro associado com o mesmo foi avaliado com sucesso, mas não foi encontrada uma necessidade de o continuar a processar; e

5) o sinal de cor vermelha significa que ocorreu um erro aquando do processamento do ficheiro a que este corresponde.
#stateful_audio_converter : Se está aqui, então é porque tentou parar ou pausar o trabalho em execução. Neste passo não há nada a fazer, exceptuando o esperar e o, possivelmente, doar...
Passo de espera:
Tweet:
Se está aqui, então é porque tentou parar ou pausar o trabalho em execução. Neste passo não há nada a fazer, exceptuando o esperar e o, possivelmente, doar...
Informação adicional:
Este passo é necessário, de forma a ter a certeza que o processamento dos ficheiros a criar não fica corrompido.

Isto é necessário pois, neste passo, o programa ainda não sabe se você quer continuar a processar a tarefa em execução mais tarde, pelo que ele tem que assumir que este é o caso.

Por esta razão, o programa tem que continuar a processar os ficheiros que já o estavam a ser, de forma a garantir que nenhum destes é deixado para trás sem que o seu processamento tenha sido efectuado até ao fim.
Passo de espera:
Tweet:
Se está aqui, então é porque tentou parar ou pausar o trabalho em execução. Neste passo não há nada a fazer, exceptuando o esperar e o, possivelmente, doar...
Informação adicional:
Este passo é necessário, de forma a ter a certeza que o processamento dos ficheiros a criar não fica corrompido.

Isto é necessário pois, neste passo, o programa ainda não sabe se você quer continuar a processar a tarefa em execução mais tarde, pelo que ele tem que assumir que este é o caso.

Por esta razão, o programa tem que continuar a processar os ficheiros que já o estavam a ser, de forma a garantir que nenhum destes é deixado para trás sem que o seu processamento tenha sido efectuado até ao fim.
#stateful_audio_converter : Aqui, vê o resultado de processar o trabalho até ao ponto em que ele estava antes de chegar a este passo (lembrar que ele acabou ou foi pausado). Agora, você pode reconfigurá-lo ou re-começá-lo/continuá-lo, dependendo de se o trabalho já chegou ou não ao fim.
Passo de resultados:
Tweet:
Aqui, vê o resultado de processar o trabalho até ao ponto em que ele estava antes de chegar a este passo (lembrar que ele acabou ou foi pausado). Agora, você pode reconfigurá-lo ou re-começá-lo/continuá-lo, dependendo de se o trabalho já chegou ou não ao fim.
Informação adicional:
Se você chegou aqui e tudo correu de acordo com os seus requerimentos, então, agora, pode começar a ver os resultados do seu grande investimento em tempo (provávelmente, menos de 60 segundos) na configuração da corrente tarefa. :-)
Passo de resultados:
Tweet:
Aqui, vê o resultado de processar o trabalho até ao ponto em que ele estava antes de chegar a este passo (lembrar que ele acabou ou foi pausado). Agora, você pode reconfigurá-lo ou re-começá-lo/continuá-lo, dependendo de se o trabalho já chegou ou não ao fim.
Informação adicional:
Se você chegou aqui e tudo correu de acordo com os seus requerimentos, então, agora, pode começar a ver os resultados do seu grande investimento em tempo (provávelmente, menos de 60 segundos) na configuração da corrente tarefa. :-)